Vacinas contra a Covid-19
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Vacinas contra a Covid-19


Ao longo do último século, presenciamos o surgimento e a disseminação de doenças que mataram milhões de pessoas e deixaram outras tantas com graves sequelas físicas e mentais. É o caso da poliomielite (paralisia infantil), da gripe e da febre amarela, para citar alguns exemplos. O que essas doenças possuem em comum, além de serem provocadas por vírus? Explico: todas foram controladas através da imunização da população com vacinas.

A vacinação vai além da proteção individual. A melhor forma de controlar a disseminação de uma doença infectocontagiosa, além das medidas de interrupção da transmissão com estratégias e interrupção da transmissão (como isolamento social e uso de máscaras, por exemplo), é a imunização. Para que isso ocorra, é necessário que grande parte da população seja vacinada.

Cada indivíduo que recebe uma vacina é uma pessoa a menos para transmitir o vírus ou com menor possibilidade de transmissão, a depender do imunizante. A eficácia contra casos graves protege cada um isoladamente; a eficácia global protege toda a sociedade. Foi assim com as principais pandemias e epidemias que a humanidade já enfrentou e com a COVID não é diferente.

Uma vacina só é aprovada para uso quando seus benefícios superam eventuais riscos, o que garante a segurança no uso do imunizante. Algumas vacinas utilizadas há anos não possuem eficácia de 100%, mas são suficientes para evitar mortes e frear a disseminação de doenças. Verificar fabricante ou marca de vacina nunca foi uma prática comum e nem deve ser. A melhor vacina é aquela que foi aplicada.

Por isso, vacinar é um ato de compromisso consigo e com os outros. Se um vírus é nosso inimigo comum, a vacina é nossa melhor arma! É o caminho mais próximo para sair da pandemia, mas para isso cada pessoa precisa fazer sua parte, inclusive tomando a segunda dose quando for indicado.

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